Neuroarquitetura e produtividade

Confira como um ambiente projetado sob a ótica da neuroarquitetura pode interferir positivamente no rendimento do seu trabalho.

Recentemente, falamos sobre as potencialidades da neuroarquitetura em projetos de escritório para uma melhor experiência no ambiente de trabalho. Por isso, hoje vamos aprofundar um dos pontos onde ela mais repercute positivamente nos escritórios: a produtividade!

Aplicações da neuroarquitetura

Em primeiro lugar, a neuroarquitetura trata sobre como os ambientes podem influenciar no comportamento humano. Por isso, esse método já é utilizado em construções como hospitais, escolas e, principalmente, nas empresas. 

A neuroarquitetura visa a construção de ambientes que proporcionem o bem-estar das pessoas que irão frequentar determinado espaço. Dessa forma, o método pode ajudar a reduzir a ansiedade, aumentar a concentração e, nos casos de clínicas e hospitais, pode amenizar as dores dos pacientes e estimular a sua recuperação.

Esses resultados são comprovados por meio de estudos, testes, análises e discussões com profissionais da área. Neste segmento, temos neurocientistas, arquitetos e outros especialistas trabalhando lado a lado para cumprir essa tarefa.

Por isso, ao executar os projetos de arquitetura, é importante considerar as escolhas dos profissionais sobre as texturas que serão utilizadas e o posicionamento dos móveis e janelas, por exemplo. Dessa maneira, o seu ambiente estará de acordo com os princípios da neurociência, resultando produtividade e na qualidade de vida daqueles que usufruirão do espaço.

Mas o que isso tem a ver com produtividade?

As estimativas mostram que a maior parte dos seres humanos passam mais da metade de seu dia a dia dentro do escritório. Isso é bastante tempo, não concorda? Com essa informação, é inegável o tamanho da importância de ambientes aconchegantes para os colaboradores. Por isso, é necessário o desenvolvimento de espaços que consigam gerar bem-estar para todos.

Com a neuroarquitetura, é possível entender a forma como o ambiente pode influenciar as pessoas e, dessa forma, conseguir modificar as suas emoções, comportamentos e/ou pensamentos. Ou seja: SIM, é possível estimular a produtividade!

Por exemplo, pense naqueles tradicionais cubículos dos escritórios: um tédio. Existem ainda ambientes corporativos com salas brancas enormes, iluminação artificial e poucas janelas. Como se sentir energizado trabalhando em locais como esses?

Nesses ambientes, a neuroarquitetura é utilizada para projetar espaços corporativos com um toque humanizado, de modo a estimular o bem-estar a produtividade dos trabalhadores. 

Os pontos fundamentais para a aplicação neuroarquitetura corporativa

Portanto, a neuroarquitetura cuida minuciosamente de alguns fatores que são cruciais para influenciar o cérebro das pessoas.

Veja a seguir, uma lista de alguns pontos importantes que um escritório projetado pela neuroarquitetura corporativa considera:

  • Iluminação (natural e artificial);
  • Acústica;
  • Privacidade necessária dos seus funcionários;
  • Formas de interação entre pessoas e elementos;
  • Escolha das cores;
  • Isolamento acústico.

Essas regras são aplicadas por muitos escritórios, tornando a neuroarquitetura um campo indispensável nos ambientes corporativos. Isso porque são inúmeros os benefícios que um layout bem-planejado pode trazer ao seu ambiente de trabalho. Como mais perspectiva emocional, ambientes humanizados, produtividade e conforto ao alcance de todo mundo e, claro, mais qualidade de vida no trabalho.

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